Outra hora

Às vezes paro para pensar o que seria de nós se os tempos mudassem. Se de repente, vinte anos à frente estivéssemos. Ou quarenta anos atrás. Viver cinco minutos que não são os que vivemos agora. A vida seria tão diferente? Nós seríamos diferentes? Em uma questão de segundos presentes, acredito que tudo seria imensamente... Continue lendo →

Cúmulo

Já fazia muito tempo que não chorava. É verdade que tentava um pouco a cada oportunidade que se apresentava. De cebolas a bocejos, de filmes à cenas da realidade. Tudo era motivo para o choro, que nunca acontecia. Como lidar com a negativa tão urgente e inegável que se apresenta sempre que não a queremos?  Tentava... Continue lendo →

Outono multicor

Outono. Seja bem-vindo. Minha estação favorita do ano, sem o abafamento do verão, ou a secura do inverno, as alergias da primavera... Outono me traz a lua enquanto ainda é de tarde, na hora do café. Num virar de olhos, vejo o sol, vejo a lua, e vejo todas as nuvens e tons de azul... Continue lendo →

Pedestal

Às vezes me sinto boba de ainda ter esse blog. Esse site com nome de palavra que bebê fala. Tenho vontade de radicalizar e postar apenas giffs de celebridade e comentários com maiúsculas minúsculas maiúsculas caretas desenhos selfies gatos cachorros balões mais selfies e chicletes uma maquiagem o mozão de caramelo e o mozão de... Continue lendo →

25 de janeiro

25 de janeiro. O dia do tão aclamado começo. Há 25 anos, há 30 anos. Há 462 anos. Procuro por fontes me contando o começo de uma história que gosto tanto de ouvir. Quem se aproximou primeiro? Quem previu? De onde veio o primeiro? O início foi pequeno e tímido, ou foi esplêndido logo de... Continue lendo →

Seu amor que nem chiclete

“Seu amor que nem chiclete”, dizia a placa. Pensei que, realmente, esse ramo está precisando de inovação, a concorrência é grande. O mundo já tem 7 bilhões de pessoas. Difícil achar um amor, e quando achamos, um que fique com a gente. Completamente compreensível. Que nem chiclete. Foi bem humorado, um chute bonito, não? Nada... Continue lendo →

Linhas tortas

Escreva no meu corpo as palavras que nunca foram ditas pela sua boca, sempre presentes nos seus olhos, mas ocultadas dos meus ouvidos. Passeie pelos meus joelhos, beije os meus cotovelos. Escreva, amor, escreva amor. Enquanto os meus dedos passeiam nas suas costas, sua caneta descobre o meu umbigo. Suas mãos, o deleite, a roupa... Continue lendo →

Volta Redonda

Novembro veio com todas as promessas de que seria complicado. Até agora, só vejo um mês cumprindo sua palavra. Aplausos para ele. Estou participando de um musical. Estou escrevendo um livro. Estou com trabalhos além do trabalho. Um curso de fotografia. Participando de uma maratona de escrita. Conhecendo gente linda a rodo. Sentindo falta de... Continue lendo →

Radar

Uma rua pacata, com apenas dois prédios, algumas árvores e várias casas pequenas nas quais ainda moram seus primeiros habitantes de 60 anos atrás. Numa manhã de sol, a tranquilidade ruiu. Cinco viaturas da Polícia Militar, quatro motos e dois policiais ciclistas. Muita gente na rua, observando, comentando. Do meio das fardas, um homem negro,... Continue lendo →

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