Eu era segura. Murada. Sem pontes, sem estradas, sem guerras. Só.

Mas um dia o vento bateu. As árvores cochicharam. O chão sumiu.

E agora? Ser segura ou ser inacreditavelmente feliz?

De que adiantam todas essas câmeras de segurança e viver sozinha?

Inacreditavelmente feliz.

É o que eu quero ser, o que eu quero que os outros sejam.

Não quero mais perguntas nem respostas.

Quero aquela felicidade selvagem, que tira tudo do lugar porque não tem explicação. Simplesmente genuína. Inacreditavelmente verdadeira. E só.

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s