Volta Redonda

Novembro veio com todas as promessas de que seria complicado. Até agora, só vejo um mês cumprindo sua palavra. Aplausos para ele.

Estou participando de um musical. Estou escrevendo um livro. Estou com trabalhos além do trabalho. Um curso de fotografia. Participando de uma maratona de escrita. Conhecendo gente linda a rodo. Sentindo falta de manadas enormes de gente que estão fazendo falta (por favor, voltem). Vou pular os 90% de vida interior que preciso resolver pra vocês não me internarem em algum lugar (porque ninguém aguenta essa vida e continua ok, sejamos honestos). Tem muitas outras coisas que não vou falar pra deixar vocês curiosos (vocês vão conhecer uma Amanda meio má, vão se acostumando).

Não tenho entrado em rede social nenhuma, apesar de estar na época mais extrovertida que já tive (até ligação no telefone mesmo eu tô fazendo, nem eu me reconheço).

A questão é: enquanto tudo está um caos e absolutamente irreconhecível, tento voltar para as minhas raízes mais profundas para aguentar essa tormenta que tem sido 2015. Para eu não ficar louca de vez, alucinada de vez, escrevo. Se tudo der certo, serão 50 mil palavras (um pouco mais de 120 páginas) nesse mês. Ano que vem vai ter livro publicado, garanto. Até agora foram cerca de 16 mil palavras e contando. O foco não é o número de palavras claro, mas a maratona é linda e tem esse número, então foco agora nas 50 mil palavras.

Para diminuir o abandono que esse blog ganhou esse ano, vou publicar alguns dos textos que tenho escrito (e outros já escritos mas não publicados) para o livro. Mais do que nunca preciso da leitura e da opinião de vocês! Se odiaram, se acharam que merece o Oscar das breguices, se como escritora faço ótimos origamis, me digam! Me digam tudo! Como disse, estou na fase mais extrovertida da minha vida, e apesar de amar o silêncio para recarregar a minha energia, também preciso de pessoas para conseguir escrever e não enlouquecer (é o ciclo sem fim, tá tudo ligado, não fui eu quem fez as regras).

Se você quer falar comigo mas não quer comentar aqui, me manda email. Sim, sou uma pessoa de emails. Amo emails. Leio e respondo todos. É só mandar no amanda ponto coca arroba gmail ponto com. Fique livre, pode falar de textos e receitas de cookies (preciso aprender mais que patê de atum nessa vida) e da dor de cotovelo. Estamos aí pra isso.

Fiquem à vontade pra ler outros textos de outras épocas por aqui também, esse blog tem 8 anos de Amanda pra vocês enjoarem de mim. Sejam muito bem-vindos de volta!

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